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A infância dos relacionamento

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Onde está a sua infância no seu relacionamento amoroso?

Talvez nunca tenha pensado nisso. Talvez nunca pensou como as vivências da sua infância afectam a sua vida no geral, e os seus relacionamentos amorosos em particular.

Já se perguntou porque faz as coisas que faz? Já olhou objectivamente para si e perguntou-se “o que realmente está a acontecer comigo?”

Acredito que todos precisamos de nos sentir seguros, confiantes em nós e no mundo à nossa volta;

Acredito que essa necessidade nos motiva, nos impulsiona ao seu preenchimento e satisfação;

E, percebo o quanto ficamos presos em jogos e estratégias que acabam muitas vezes por negar a necessidade.

Porquê? Para quê? O que procuramos?



Laços fortes e vínculos seguros mantém-nos enraizados. E a Confiança é aquele ingrediente mágico na base de qualquer relacionamento.

Confiança é difícil para todos. Todos nós já experimentamos alguma forma de desconexão dos cuidadores, quando nos sentimos negligenciados quer nos cuidados, quer nos afectos; quando nos sentimos criticados, abandonados, abusados ou vivendo relacionamentos condicionados.

Vivências de descuidado desenvolvem personalidades inseguranças Isso não significa que não havia amor. Só e apenas significa que as ferramentas que eles tinham nem sempre foram eficazes a perceber as suas necessidades enquanto criança. E isso, faz um impacto até hoje, na sua vida.

A falta de vínculos seguros dos cuidadores, gera um desenvolvimento da insegurança em nós, da dúvida do que somos ou não capazes de fazer, sentir ou pensar. Traumas emocionais da infância afectam-nos enquanto adultos, e determinam a forma como vivemos os relacionamentos.

Quando a criança se sente rejeitada pelo seu cuidador, ou se este não responde ás suas necessidades, é criado o ambiente propicio para desenvolver um rejeitador/evitador, como forma reativa á insegurança. Mantém os parceiros a uma certa distância emocional, ou até evita relacionamentos íntimos.

 

Situações mais fracturantes são vividas quando as crianças sofrem de negligência continuada, ou abuso persistente, das pessoas que deveriam cuidar e ama-la. Este adulto, dificilmente confiará em alguém, fechar-se-á emocionalmente com medo da rejeição e fica desconfortável em demonstrar afecto, sendo evasivo nos relacionamentos.

 

É possível que seja do tipo pegajoso, também. Deseja muito a intimidade, está sempre atento ás pequenas mudanças do seu relacionamento, ás vezes, paranoicas. Sente que é mais dedicado que o outro, tem baixa auto estima, e elevada desregularização emocional.

 

O trauma afecta a forma como se relaciona. Vale investigar as pistas de auto exploração. Descubra as formas de relacionamento que adopta; Quais as necessidades que procura suprir;

 

Restaure o seu auto reconhecimento e segurança, quer para explorar, quer para errar.

 

 

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